THE COFFEE TRAVELER · ARQUIVO VISUAL
Vídeos
& conversas.
Café também se aprende olhando, ouvindo, viajando e prestando atenção.
Filmes, documentários, viagens, referências e encontros selecionados ao longo da história do The Coffee Traveler.
DESTAQUE DO ARQUIVO
Café para
se assistir.
Black Gold, A Film About Coffee e Coffee & Cigarettes: três formas muito diferentes de colocar o café diante da câmera.
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Uma outra maneira de falar de café.
Este arquivo atravessa cinema, viagens, cultura, equipamentos, história e gente.
São registros de épocas diferentes do The Coffee Traveler. Alguns apresentam filmes; outros usam o vídeo como extensão de uma viagem, de uma conversa ou de uma observação sobre café.
Em vez de uma lista cronológica, reunimos aqui algumas boas portas de entrada para esse material.
SELEÇÃO
Do cinema ao Yemen.
Cup Shock: Cafés do Brasil são surpreendentes!
Bottle Shock como ponto de partida para pensar qualidade, conhecimento e reconhecimento de origem.
Café & arte: quando ambos fazem nossa praia.
Os curtas do projeto Mundo Café e uma linguagem audiovisual construída com sons, texturas e preparo.
Versões divertidas da história do café.
Três maneiras de condensar uma história de séculos em poucos minutos de filme.
Trip to Yemen — Videos.
Tallook, Mocha, Mar Vermelho e imagens de uma das viagens mais importantes do arquivo.
Quando a cachaça dá rock!
Uma passagem pela cachaça Perfeição, produção artesanal e uma reportagem do Globo Rural.
CADERNO DE VIAGEM
Yemen,
café e origem.
Tallook, Porto de Mocha, Mar Vermelho e Taiz aparecem nos registros em vídeo da viagem às origens históricas do café.
Ver registros da viagemARQUIVO
O passado continua aqui.
THE COFFEE TRAVELER
Depois de assistir, vale voltar para a xícara.
Continue pelo arquivo, conheça os cursos ou entre em contato com Ensei Neto.
Cursos & treinamentosCup Shock: Cafés do Brasil são surpreendentes!
Você já assistiu ao filme Bottle Shock, que no Brasil saiu com o nome de O Julgamento de Paris?
Lançado em 2010, este belo filme dirigido por Randall Miller conta a impensável história de um sommelier britânico radicado em Paris que resolve agitar o mundo dos vinhos ao viajar à América em busca de novos sabores e emoções.
Em 1976, Steven Spurrier, personificado pelo sempre impecável Alan Rickman, segue para o Napa Valley, CA, USA, para conhecer as vinícolas da primeira origem do que seria conhecido como Novo Mundo num puro projeto de garimpagem. Encontra a família Barrett, proprietária do hoje místico Chateau Montelena, e com o jovem Bo, vivido por Chris Pine, e seus inseparáveis amigos Gustavo (Freddy Rodriguez), um filho de imigrantes mexicanos e enólogo autodidata, e a bela Sam (Rachel Taylor), andam por toda a região.
Feita a seleção das melhores garrafas, Steven retornou a Paris, onde organizou o que seria a mais famosa degustação comparativa entre vinhos dos dois mundos: oClássico Francês versus o Caipira Californiano.
Grandes enólogos e sommeliers, acompanhados avidamente por importantes jornalistas, provaram às cegas e deram o seu veredito. E que acabou surpreendendo aos próprios juízes!
Belíssima fotografia, grandes elenco e uma trilha sonora embalada por deliciosas canções do The Doobie Brothers. Veja o trailer oficial através do link abaixo:
Há uma grande mensagem passada por este filme e que se presta muito bem aos cafeicultores do Brasil: assim como os vitivinicultores californianos, considerados rudes pelos franceses, muitos lotes simplesmente fantásticos tem sido produzidos em nosso país desde sempre!
Alguns paralelos podem ser feitos com o nosso povo do café e os produtores de vinho do filme: há uma busca incessante em buscar o melhor na produção, apesar do certo ceticismo em relação à qualidade do que se produz.
Isto acontece com muita frequência por aqui, pois raros são os produtores que decidiram conhecer a fundo o que estão produzindo.
Nossos cafeicultores são competentes ao fazer as árvores produzirem frutos aos borbotões, mas cometem falhas que se mostram fatais no quesito qualidade no momento da colheita e da secagem. Quando, muitas vezes apenas guiados pela intuição ou por pura sorte conseguem ultrapassar essa fase, esbarram numa comercialização que em geral se parece como impenetráveis muralhas.
Pessoas como o personagem Gustavo, que procurou estudar a fundo a bebida, sua produção, conceitos técnicos e, principalmente, aprender a degustar, devem se multiplicar também na cafeicultura. No caso do café, nem sempre o tamanho das sementes, conhecido como “peneira”, é sinal de que o lote tem excelente bebida. Portanto, aprender a degustar e saber como o seu café bebe é parte do ofício do novo cafeicultor.
Conhecimento é o que define o domínio do jogo comercial.
Quando o nível de conhecimento é semelhante, existe equilíbrio e, em geral, a comercialização segue um rumo saudável. Quando o desequilíbrio acontece, quase sempre pendendo para o lado de quem compra, o saldo pode ser amargo para o produtor.
Não há outra saída: aprender, treinar e, assim, conhecer cada lote de café produzido. Degustar é manter diálogo com a bebida, conhecer seus deliciosos segredos ou mesmo seus defeitos e problemas que podem macular o lote. Só assim o cafeicultor pode realmente chamar cada lote de “seu filhote”!
Se você assistiu ao filme, vai entender porque o Cup Shock ( ou o Choque das Xícaras!) chegou aosCafés do Brasil: veja nesta foto a tabela de preços de cafés de uma cafeteria referência em Portland, OR. Sim, é justamente um café brasileiro o mais caro da lista entre tantos outros mais famosos!
E que seus aromas e sabores justificaram plenamente o seu valor, reconhecidos por Mr. Spurriers do Café de diversos países!
Versões divertidas da história do café
Existem diversas formas de contar a História do Café, algumas sisudas como são as teses acadêmicas, outras leves como romances e por aí afora.
No entanto, uma das formas mais cativantes tem sido os vídeos. E o grande desafio é o de condensar séculos de informação em poucos minutos, em linguagem fácil e ritmo que seja tão apaixonante quanto uma bela xícara de café.
Selecionei alguns dos meus favoritos, que gostaria de compartilhar com vocês.
O primeiro, A HISTÓRIA DO CAFÉ, comenta da sua origem até a chegada no Brasil, com muitos detalhes históricos. Com direção de Thiago Alves e roteiro de Luan Barros, este filme é uma preciosidade.
O próximo, THE PRODUCTION TRAIL OF COFFEE, uma criativa montagem de Tim Whalem, aborda os processos de secagem e de torra do café.
OK, existem alguns problemas conceituais, mas a idéia do filme é muito boa!
Finalmente, veja o institucional PORQUE CAFÉ, com a missão de ajudar na promoção dos Cafés do Brasil, tem um texto e interpretação divertidíssimos! Aborda a história, produção e consumo, além de mostrar os números que envolvem o café. Foi uma excelente “dica” do Companheiro de Viagem Marco De la Roche.
Vale o Shot!!!