THE COFFEE TRAVELER · ARQUIVO VISUAL

Vídeos
& conversas.

Café também se aprende olhando, ouvindo, viajando e prestando atenção.

Filmes, documentários, viagens, referências e encontros selecionados ao longo da história do The Coffee Traveler.

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Uma outra maneira de falar de café.

Este arquivo atravessa cinema, viagens, cultura, equipamentos, história e gente.

São registros de épocas diferentes do The Coffee Traveler. Alguns apresentam filmes; outros usam o vídeo como extensão de uma viagem, de uma conversa ou de uma observação sobre café.

Em vez de uma lista cronológica, reunimos aqui algumas boas portas de entrada para esse material.

CADERNO DE VIAGEM

Yemen,
café e origem.

Tallook, Porto de Mocha, Mar Vermelho e Taiz aparecem nos registros em vídeo da viagem às origens históricas do café.

Ver registros da viagem

ARQUIVO

O passado continua aqui.

O The Coffee Traveler acumula muitos anos de referências, viagens e descobertas.

Parte dos vídeos originais depende de plataformas e links externos antigos. Os textos continuam sendo um registro valioso do momento em que foram publicados.

THE COFFEE TRAVELER

Depois de assistir, vale voltar para a xícara.

Continue pelo arquivo, conheça os cursos ou entre em contato com Ensei Neto.

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Thiago Sousa Thiago Sousa

Saia do automático! – 2

Continuando o tema sobre “Sair do Automático”, há alguns aspectos interessantes que gostaria de comentar.

No post anterior o ponto central estava na geometria da xícara, que mudou, digamos assim, a percepção da bebida. A extração foi feita a partir de um único portafiltro, porém os resultados, como registrei, foram diferentes. Maior área de contato com o ar, menor espessura da crema e assim por diante… muitos fatores que promoveram a modificação dos sabores que podem ser percebidos por nós!

Outro elemento que você pode modificar e experimentar seus resultados é a temperatura de consumo

Uma vez extraído, qual seja o serviço escolhido, deixe o café esfriar. É um hábito comum no Japão, terra das chamadas “latinhas de café”, que vendem algo como 400 milhões de unidades por mês! 

Ah, é importante lembrar que para isso você deve fazer apenas se o café for de grãos muito bons, selecionados e com alta qualidade, caso contrário, o resultado será desastroso!

Um paralelo pode ser feito com o chá. Há tempos atrás o chá era servido exclusivamente quente com um pouco de açúcar ( no imaginário do pessoal vinham os charmosos cubos de açúcar…), limão ou, eventualmente, um toque de leite integral. Assim como no café, no chá o sabor adocicado e delicado é muito apreciado. Para isso, existe um enorme cuidado durante a colheita, totalmente seletiva, buscando as melhores folhas.

Hoje em dia é muito comum, mesmo no Brasil, o consumo do chá frio e até gelado. Alguns já são comercializados em embalagens longa vida.

Beber café frio ou gelado não é uma heresia!

É questão cultural e, no caso brasileiro, uma tentativa de ”sair do automático”…

Mas, sempre respeitando-se o princípio de que os grãos devem ter sido colhidos plenamente maduros, passando pelos processo de secagem e rigorosa seleção dos grãos crus. E aí segue para uma torra cuidadosa e, por fim, a extração bem feita.

Experimente. Saia do automático!

Veja a seguir como foram preparadas as xícaras de espresso que deram origem a esta pequena série…

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