THE COFFEE TRAVELER · ARQUIVO VISUAL
Vídeos
& conversas.
Café também se aprende olhando, ouvindo, viajando e prestando atenção.
Filmes, documentários, viagens, referências e encontros selecionados ao longo da história do The Coffee Traveler.
DESTAQUE DO ARQUIVO
Café para
se assistir.
Black Gold, A Film About Coffee e Coffee & Cigarettes: três formas muito diferentes de colocar o café diante da câmera.
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Uma outra maneira de falar de café.
Este arquivo atravessa cinema, viagens, cultura, equipamentos, história e gente.
São registros de épocas diferentes do The Coffee Traveler. Alguns apresentam filmes; outros usam o vídeo como extensão de uma viagem, de uma conversa ou de uma observação sobre café.
Em vez de uma lista cronológica, reunimos aqui algumas boas portas de entrada para esse material.
SELEÇÃO
Do cinema ao Yemen.
Cup Shock: Cafés do Brasil são surpreendentes!
Bottle Shock como ponto de partida para pensar qualidade, conhecimento e reconhecimento de origem.
Café & arte: quando ambos fazem nossa praia.
Os curtas do projeto Mundo Café e uma linguagem audiovisual construída com sons, texturas e preparo.
Versões divertidas da história do café.
Três maneiras de condensar uma história de séculos em poucos minutos de filme.
Trip to Yemen — Videos.
Tallook, Mocha, Mar Vermelho e imagens de uma das viagens mais importantes do arquivo.
Quando a cachaça dá rock!
Uma passagem pela cachaça Perfeição, produção artesanal e uma reportagem do Globo Rural.
CADERNO DE VIAGEM
Yemen,
café e origem.
Tallook, Porto de Mocha, Mar Vermelho e Taiz aparecem nos registros em vídeo da viagem às origens históricas do café.
Ver registros da viagemARQUIVO
O passado continua aqui.
THE COFFEE TRAVELER
Depois de assistir, vale voltar para a xícara.
Continue pelo arquivo, conheça os cursos ou entre em contato com Ensei Neto.
Cursos & treinamentosSafra 2007 – Barreiras, Oeste da Bahia
Glaucio de Castro é produtor de café em Barreiras, Oeste da Bahia.
Nesta origem, onde obrigatoriamente as lavouras são irrigadas, o módulo das lavouras de café corresponde a aproximadamente 100 hectares (1 hectare = 10.000m²), que é a área média de um pivô central, sistema automatizado de irrigação, como está na foto. Glaucio, que se considera um “pequeno produtor” dessa origem, possui 3 pivôs.
Apesar de algumas pequenas diferenças no clima em relação às outras origens, alguns problemas são comuns.
Um dos aspectos que mais se destaca nessa origem é o fato de que o solo é muito arenoso e muitos técnicos consideram que é como se as lavouras debaixo dos pivôs se assemelhassem às cultivadas por hidroponia!
Além disso, pelo fato da região estar a uma Latitude Sul menor que 15°, a temperatura média é bastante elevada.
Acompanhe, agora o depoimento do Glaucio: