THE COFFEE TRAVELER · ARQUIVO VISUAL
Vídeos
& conversas.
Café também se aprende olhando, ouvindo, viajando e prestando atenção.
Filmes, documentários, viagens, referências e encontros selecionados ao longo da história do The Coffee Traveler.
DESTAQUE DO ARQUIVO
Café para
se assistir.
Black Gold, A Film About Coffee e Coffee & Cigarettes: três formas muito diferentes de colocar o café diante da câmera.
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Uma outra maneira de falar de café.
Este arquivo atravessa cinema, viagens, cultura, equipamentos, história e gente.
São registros de épocas diferentes do The Coffee Traveler. Alguns apresentam filmes; outros usam o vídeo como extensão de uma viagem, de uma conversa ou de uma observação sobre café.
Em vez de uma lista cronológica, reunimos aqui algumas boas portas de entrada para esse material.
SELEÇÃO
Do cinema ao Yemen.
Cup Shock: Cafés do Brasil são surpreendentes!
Bottle Shock como ponto de partida para pensar qualidade, conhecimento e reconhecimento de origem.
Café & arte: quando ambos fazem nossa praia.
Os curtas do projeto Mundo Café e uma linguagem audiovisual construída com sons, texturas e preparo.
Versões divertidas da história do café.
Três maneiras de condensar uma história de séculos em poucos minutos de filme.
Trip to Yemen — Videos.
Tallook, Mocha, Mar Vermelho e imagens de uma das viagens mais importantes do arquivo.
Quando a cachaça dá rock!
Uma passagem pela cachaça Perfeição, produção artesanal e uma reportagem do Globo Rural.
CADERNO DE VIAGEM
Yemen,
café e origem.
Tallook, Porto de Mocha, Mar Vermelho e Taiz aparecem nos registros em vídeo da viagem às origens históricas do café.
Ver registros da viagemARQUIVO
O passado continua aqui.
THE COFFEE TRAVELER
Depois de assistir, vale voltar para a xícara.
Continue pelo arquivo, conheça os cursos ou entre em contato com Ensei Neto.
Cursos & treinamentosEspresso de fogão: Bacchi espresso
As máquinas de espresso, principalmente as profissionais, são equipamentos complexos dotados de caldeiras, válvulas, sensores, um sem fim de tubos e diversos controles para que a extração de um café sob alta pressão seja tão precisa quanto possa. Acabam sendo pequenas obras de engenharia em estado de arte!
Para que as poderosas caldeiras funcionem, uma boa quantidade de energia elétrica é exigida, de modo que, também, muita eletrônica embarcada acaba fazendo parte dessas modernas máquinas (sem falar na iluminação por leds que vem ganhando muitos adeptos). Para ter em casa uma máquina profissional, mesmo que de um único grupo, sem uma preparação hidráulica e elétrica adequada não é recomendável.
Como contraponto, surgiram alguns equipamentos manuais, mais parecendo gadgets, como a Mypressi, que usa as mesmas cápsulas com nitrogênio comuns às cremeiras pressurizadas. O problema é o resultado em geral meio sem graça, quase medíocre, apenas o suficiente para dizer que, no meio de uma excursão às montanhas ou numa bela praia, foi possível desfrutar de uma xícara de espresso…
Um equipamento que me surpreendeu pelo seu inusitado conceito é o Bacchi Espresso, criado pelo italiano Andrea Bacchi, que conheci através dos Companheiros de Viagem Márcio Carneiro e Stella Bahiense, ambos exemplares Coffee Geeks!
Andrea Bacchi tem um escritório especializado no desenvolvimento de soluções eletromecânicas em Correggio, Reggio Emilia, Italia, e, como todo bom italiano, não vive sem o seu espresso de cada dia… Inspiradamente criou a sua Bacchi Espresso, cujo vídeo de funcionamento pode ser acessado pelo linkhttp://www.caffemotive.com/Bacchi_Espresso.html .
Este equipamento é genial e tem dois conceitos muito interessantes: seu mecanismo de funcionamento é o de Alavanca Hidráulica, enquanto que sua montagem lembra um conjunto Grupo Errogador + Porta Filtro invertidos.
Na foto ao lado, produzida pela equipe da Orphan Espresso (www.orphanespresso.com/Bacchi-Design-Study_ep_618-1.html) mostra as três partes principais, a partir da esquerda: a base, que vai ao fogo literalmente, o corpo com pistão e o grupo com o porta-filtro com saída dupla.
Na base há um pequeno recipiente para colocar água (aproximadamente 30 ml) e que recebe o calor da chama diretamente. Como na montagem há boa vedação com o emprego de borrachas e outros apetrechos, essa parte funciona como uma pequena panela de pressão, fazendo com que a temperatura do vapor de água vá além dos 125 C, forçando, assim, o pistão que fica no corpo intermediário. E aqui está a sacada genial: o pistão tem uma parte com diâmetro maior, que fica embaixo, enquanto que em cima o diâmetro da peça fica com medida que corresponde à metade. Para a pressão, o efeito é o contrário: área maior, pressão menor; área menor, pressão maior.
Estima-se que junto ao porta-filtro a pressão fique em torno de 9 bar (Bingo!!!). O resultado é muito bom!
Pense comigo: dispensa energia elétrica, é portátil, não é caro (em torno de 250 euros na Itália), possui muito boa pressão, vai direto à boca de um fogão, leva em torno de 6 minutos para extrair 2 xícaras deespresso e tem um design muuuuuito simpático!
Dá p´ra ficar fã…
Assista ao vídeo a seguir para ver que belo espresso ele extrai: